quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ANABOLIZANTES OS EFEITOS ESTÉTICOS

Pele de jovem abre por causa de uso contínuo de anabolizantes

Um alemão de 21 anos tomou anabolizantes ao ponto de fazer a pele explodir. Por causa do uso intenso das substâncias enantato de testosterona e a metandienona o jovem desenvolveu um tipo severo de acne que gerou feridas profundas no peito, tórax e costas.


Ele também sofria com febre, encolhimento de testículos e redução na concentração de espermatozóides. O rapaz parou o uso de anabolizantes e, com a ajuda de antibióticos, os sintomas sumiram, porém as cicatrizes das feridas permaneceram.
A revista especializada "The Lancet" publicou o caso, apresentado pela equipe que atendeu o jovem, do departamento de dermatologia da Universidade Heinrich-Heine, em Dusseldorf, na Alemanha.


O caso do jovem alemão que acabou com o peito e as costas desfigurados por cicatrizes pelo uso de anabolizantes chamou a atenção nesta semana e fez muitos usuários dessas substâncias duvidarem da história. Ouvido pelo G1, no entanto, o médico esportivo Renato Romani alerta: o problema do rapaz não só é comum, como é a menor das conseqüências do uso de esteróides. A prática, ele alerta, pode levar a transtornos psiquiátricos, à feminização do homem e ao câncer de fígado e de testículos.
"Quem afirma que usar anabolizante é seguro no esporte é uma pessoa desatualizada, sem acesso às informações científicas e que corre um sério risco", alerta Romani.
Para o especialista da Escola de Medicina da Universidade Federal de São Paulo(Unifesp), essa "ilusão" à respeito da segurança do uso de esteróides vêm de dois problemas. O primeiro é a proliferação de sites e livros que alegam que não há perigo na prática. "Essas publicação não têm base nenhuma na ciência", diz ele.

O outro problema é que algumas pessoas que tomam anabolizantes não relacionam os problemas de saúde que apresentam. "O Arnold Schwarzenegger teve que fazer uma cirurgia para trocar uma válvula do coração e isso certamente está ligado ao uso de esteróides. Mas ninguém relacionou as duas coisas", explica o médico.





Como funciona
Os anabolizantes funcionam todos basicamente da mesma maneira: ao aumentar a quantidade do hormônio masculino, a testosterona, no organismo. Aumentar muito.
A testosterona, por sua vez, induz as células a aumentar o seu volume -? é isso que causa o "crescimento" dos músculos. E "animaliza" o homem. "Quem toma fica mais ?primata?; mais violento e agressivo. O que vai aumentar sua vontade de fazer exercícios físicos e potencializar ainda mais o efeito", diz Romani.
O resultado é um "fertilizante" da prática esportiva. O corpo que seria obtido com três anos de treinamento é conseguido em apenas seis meses. "Para um jovem de 25 anos, significa que ele precisa esperar apenas um ano por um resultado que só chegaria quando ele batesse os 30," explica o médico.



Tudo muito lindo, não fossem os perigos.



Câncer e feminização
Com o aumento do volume celular, o fígado fica sobrecarregado ?- o que pode causar problemas hepáticos e aumentar o risco de tumores.
O uso exagerado do hormônio também causa perda de cabelo e casos de acne (que foi o que ocorreu com o rapaz alemão; uma forma severa da doença causou as feridas que o marcaram).

Há também problemas de fertilidade: como há testosterona demais circulando, o corpo entende que tem espermatozóides suficientes e fecha a fábrica. O resultado é infertilidade. Em muitos casos, irreversível. E o aumento do risco de câncer de testículos.

O problema que mais chama a atenção, no entanto, é causado pelo delicado equilíbrio entre o hormônio masculino e o feminino. Quando a pessoa toma testosterona extra, o organismo aumenta a produção do estrogênio, o hormônio feminino. Isso causa o surgimento de características de mulheres no corpo masculino: como mamas que até podem produzir leite.

A droga também afeta o cérebro. Há casos de homens que tomam anabolizantes como droga recreativa e de outros que ficaram com distúrbios de imagem. Da mesma maneira que uma menina com anorexia não consegue "ver" que está magra, o rapaz não consegue ver que está grande. "Ele se olha no espelho e se acha sempre pequeno, sempre acha que pode crescer um pouco mais", explica Romani.

Segurança
O especialista explica que os esteróides são usados em quantidades mínimas na medicina apenas para pessoas que sofreram perda muscular extrema e que precisam se recuperar, sempre acompanhado de exercício físico. "Na medicina, se usa uma dose "x" em pessoas extremamente debilitadas. Daí veio alguém um dia e decidiu usar uma dose cem vezes "x" em pessoas saudáveis. Dá para imaginar que alguém que faz isso não é lá muito esperto", afirma o médico.

Para quem quer ganhar músculos, a única opção é se exercitar e se aceitar. "É genética. Algumas pessoas vão ser grandes, outras vão ser magras. Algumas têm facilidade para ganhar músculos, outras vão precisar se exercitar muito mais e embora fiquem em forma jamais ficarão do tamanho de um armário", diz Romani. Quem duvida do resultado do esporte só precisava ficar de olho nas Olimpíadas. ?Os Jogos Olímpicos realizaram centenas de testes antidoping e mostraram que é possível sim chegar a resultados fantásticos sem a ajuda e os riscos dos anabolizantes."

E para quem anda falando por aí que conhece "várias pessoas" que tomam esteróides e nunca tiveram problemas, o médico deixa o recado. "Há pessoas que cheiram cocaína e nunca se viciam. Há pessoa que fazem sexo desprotegido e não pegam Aids. Isso não significa que cocaína e sexo sem proteção são seguros", explica. "Remédio seguro não causa problema nenhum em ninguém nunca. Com a quantidade de câncer, infertilidade e transtornos psiquiátricos que vemos, dizer que os anabolizantes são seguros é irresponsabilidade", diz ele.

ANABOLIZANTES... CUIDADO O PERIGO DO USO....... PODE LEVAR A MORTE

A malhação movida a muito anabolizante exige dos usuários um outro tipo de ginástica para corrigir os efeitos colaterais do uso dessas substâncias: exercícios diários de fonoaudiologia para as cordas vocais. O intuito? Evitar a voz grave, que já ameaça as estrofes do pagode, do sertanejo e até do estilo gospel no País.

No Ambulatório de Voz e Arte da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, especializado em músicos e atores profissionais – consultório pioneiro no País – a interferência das chamadas “bombas” aparece nos timbres dos músicos dos mais variados estilos, com destaque para os jovens sertanejos e pagodeiros, conta a coordenadora da unidade, a fonoaudióloga Marta Assumpção de Andrada e Silva.
“Estes cantores têm uma preocupação estética muito forte também. Chegam até nós com a queixa de que a voz ficou grave de uma hora para outra, vamos investigar e descobrimos o uso dessas substâncias”, afirma a especialista que coordena o serviço em parceria com o otorrinolaringologista André Duprat.
Na Santa Casa, são atendidos, em média, 200 pacientes por ano e, de quatro anos para cá, os anabolizantes ganharam espaço entre os motivos para transformar os profissionais da voz em pacientes.
Em 2009, os usuários das substâncias que fazem crescer a massa muscular somaram entre 10% e 15% do total dos atendimentos. Apesar dos homens serem maioria – oito em cada 10, lembrando de que eles são mais numerosos no mundo dos cantores da noite – são as mulheres que procuram atendimento mais rápido quando a voz é afetada.
“Nem sempre os efeitos são reversíveis. Isso varia de acordo com o tempo de uso e também quantidade de substância utilizada. O fato é que, invariavelmente, para melhorar é necessário parar de consumir anabolizantes”, afirma a especialista, citando como um dos casos de insucesso um cantor gospel de 60 anos que usou por muitos anos anabolizantes voltados para cavalos.

A ação

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Para entender como o anabolizante, injetado na corrente sanguínea, afetava a voz, Marta e seus colegas fizeram exames laboratoriais com ratos. “Estes animais têm as cordas vocais muito parecidas com as do homem e como tivemos muita dificuldade em encontrar voluntários que assumissem o uso de anabolizantes, focamos nossos estudos nos bichos”, explica a fono.

Os resultados mostraram que os ratos que receberam anabolizantes não apenas ficaram com sons vocais mais graves como passaram a espaçar mais o tempo entre uma vocalização e outra. “A explicação é que com o aumento da massa muscular, aumenta também a massa em torno das cordas vocais. Isso deixa a voz mais grossa e aumenta a dificuldade para falar”, afirma.



Efeitos do aumento
As vozes ameaçadas pelos anabolizantes não são os únicos efeitos colaterais creditados ao uso da substância, cada vez mais presente na população, especialmente entre a faixa-etária de 20 a 30 anos. Atrofia dos órgãos sexuais (impotência) e falhas cardíacas também podem ser somados à lista de prejuízos, ao lado de depressão e agressividade. Um estudo feito também em ratos por pesquisadores do Instituto de Biologia da USP atestou que os anabolizantes afetam as áreas responsáveis pela tolerância. O comportamento violento é uma conseqüência.


Sete vezes mais
Neste contexto, ficam ainda mais graves os resultados encontrados pela recém publicada pesquisa feita pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), em parceria com o Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). Em análise feita com 18 mil universitários do País foi identificado que 3,5% fazem uso de anabolizantes, índice sete vezes maior do que o registrado na população em geral (0,5%), conforme mostrou o Centro Brasileiro de Informações sobre Droga Psicotrópicas (Cebrid). Os resultados foram publicados no mês passado.

Considerando apenas os homens, 8% declararam que alguma vez já usaram anabolizantes. Um dos autores do estudo, o psiquiatra Arthur Guerra, comparou os resultados encontrados entre os estudantes brasileiros com as taxas identificadas em pesquisas feitas com alunos dos Estados Unidos e da Europa. O Brasil apresentou os maiores números de uso, já que nos outros países a média de utilização ficou em 1.1%.



quinta-feira, 12 de agosto de 2010

LUTA CONTRA OBESIDADE INFANTIL

Estratégias para motivar as crianças a diminuir peso, melhorar sua alimentação e junto aumentar os níveis de de exercícios físicos tem sido o foco de vários estudos. Um deles, da Escola de Medicina de Baylor nos EUA, acompanhou mais de 50 estudantes. Parte dos alunos foi orientada a desenvolver programas de exercícios físicos monitorados pelos pais, enquanto a outra parte teve acompanhamento de um profissional de Ed. Física.

No primeiro caso, os alunos eram orientados na escola durante 3 meses, uma vez por semana, e tinham como material de apoio um livro de auto ajuda em um caderno de anotações para indicar suas evoluções. Paralelamente, o outro grupo tinha uma aula extra de Ed. Física (orientada por professores), 4 vezes por semana, além de palestras sobre nutrição. Após 6 meses, o segundo grupo mostrou uma diminuição de peso significante, além de melhores níveis de qualidade de vida. O grupo foi monitorado novamente após um ano, e mais uma vez, 2 anos após o término do estudo. Os resultados mostraram uma manutenção da diminuição do peso, ao contrário dos alunos que haviam participado do programa auto-orientado.

De acordo com os pesquisadores, os resultados preliminares sugerem que programas de manutenção de peso realizados dentro das atividades escolares poderiam atingir efetivamente uma grande quantidade de crianças e refletir sobre qualidade de vida a longo prazo desses indivíduos.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

É PRECISO RELAXAR

Quem já terminou um dia exaustivo sentindo que a musculatura das costas estava dura como pedra, notou os efeitos do estresse prolongado sobre o físico.
O problema é que as consequencias de tanta tensão não atingem apenas as estruturas musculares, mas chegam a afetas de maneira importante a coluna.
A tensão ou mesmo os espasmos  involuntários dos músculos das costas podem comprimir estruturas muito sensíveis que compõem a coluna, como os nervos, gerando dores e desconforto. Já existem pesquisas que indicam que  as pessoas que sofrem alta carga de estresse no trabalho apresenta uma maior predisposição a apresentar dores nas costas, fatores psíquicos também podem traduzir em tensão e consequentemente dor.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

MAIS EXERCÍCOS MENOS REMÉDIO

Por Fabio Reynol - Agência FAPESP - Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.


A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado "Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família", realizado na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP.
Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.


As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.


"Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine", disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo.


Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.


Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. "Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos", disse.
As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.




O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.


Economia de medicamentos


Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.




"Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento", disse a orientadora.


A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.


O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. "Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina", comentou a professora da Unifesp.


Esse efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. "A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares", disse
As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.
A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. "Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a frequência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina", disse
Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. "A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física", sugeriu.


Fonte:AGENCIA FAPESP 28/7/2010



BRASIL SÓ PERDE PARA OS E.U.A EM RELAÇÃO AO NÚMERO DE ACADEMIAS.

Uma combinação entre aumento da renda da população e disseminação de um estilo de vida saudável, aliada à definição do Brasil como sede dos dois mais importantes eventos esportivos do mundo está aquecendo negócios ligados a atividades físicas no País. De 2007 para cá, o número de academias no Brasil dobrou para 15.551, deixando o País atrás apenas dos Estados Unidos. O setor gerou receitas de US$ 1,11 bilhão no último ano.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

CREATINA AGORA ESTA LIBERADA!!!

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) anunciou a liberação da creatina como alimento para atletas e não mais como medicamento tarjado.Segundo Érico Caperuto, diretor técnico do Instituto de Ciência em Nutrição e Perfomance, a creatina não possui efeitos colaterais e não faz mal à saúde. Além disso, em nenhum outro país ela foi proibida. Para entender melhor o que essa substância faz no organismo, Caperuto explica: "A creatina aumenta a ressíntese de ATP, a primeira fonte de energia do organismo, que dá pique para o corpo durante 10 segundos (em média) em um esforço máximo. "Segundo ele, qualquer um pode consumir creatina, mas a indicação clássica é para indivíduos que fazem exercícios de curta duração e alta intensidade. Embora a substância seja vendida sem prescrição médica, ela sempre deve ser indicada por um nutricionista, pois provoca aumento de peso.

Nunca utilize suplementos sem orientação profissional, você pode causar danos ao seu organismo, procure profissionais capacitados e habilitados, para prescrição de suplementos, acompanhados por médicos e nutricionistas, pois o mesmo deverá acompanhá-lo enquanto utiliza, pois os excessos, podem causar danos em diversos órgãos, entre eles estão os rins. Determinados profissionais da saúde não estão capacitados para prescrição de suplementos, independente de ser ou não uma substância liberada para o consumo.

Ass: Thabyda